Adultérios, trapaças, enganos, sexo, fetiches, assassinatos – com um texto seco e enxuto, essas “misérias do amor” são expostas aqui de forma crua e sucinta, despida de floreios literários ou de qualquer vestígio do politicamente correto.
Se o humor às vezes é negro, em outras há um toque de ironia, ao desvelar as pulsões ocultas da alma humana. Em sua obra de estreia, Ronaldo de Medeiros e Albuquerque conjuga um estilo ágil à densidade de conteúdo, realizando uma obra que se lê num só fôlego.


Quando formos doces
Rotas de teatro
Estrada do Excelsior
Cantiga de exílio
Teatro e sociedade
3º Encontro questão de crítica
Olha, os agapantos estão voltando!
Articulações
Antologia poética
Vento, vigília
Poesia reunida
Contos estranhos 

