Modos de pensamento

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Poucos filósofos são reconhecidos por habitarem com tamanha familiaridade campos tão distintos do pensamento quanto Alfred North Whitehead.
O autor britânico é afamado tanto por suas contribuições à filosofia da lógica e da matemática, quanto por suas reconsiderações sobre o conceito de natureza, sobre as profundezas de um pensamento cosmológico e pela reformulação sobre a realidade por meio de uma filosofia do processo. Suas influências vão ainda mais longe, elogiado por filósofos analíticos e por autores renomados como Bruno Latour, Gilles Deleuze e Isabelle Stengers.

O estilo fluido, agradável e estilisticamente leve, herdado da tradição ensaística da filosofia anglo-saxã, que encontra em David Hume
um de seus faróis, está presente também na última publicação deixada por Whitehead, esse Modos de pensamento, um livro que reúne conferências proferidas em seus últimos anos de vida, mas todas tendo um tópico em comum: a reavaliação filosófica da relação entre
o pensamento e a realidade.

Abordando diversos dos conceitos que vinha desenvolvendo em sua filosofia tardia, especialmente após Processo e realidade, nesse Modos de pensamento Whitehead introduz seus leitores em uma abordagem especulativa que dispõe o conhecimento do mundo e da realidade como uma atividade criativa que tenta dar conta de um processo fluido e constante. Escapando de dualismos clássicos, o filósofo reconduz o pensamento para uma contínua elucubração sobre a sua meta, identificando aí toda a força da vida que pulsa no conhecimento precisamente quando este é forçado a saber sobre os seus limites. Em seu último livro, Whitehead reacende a pergunta filosófica lá onde ela parece ter nascido, no espanto.

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ISBN: 9788542109221
Sinopse

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Poucos filósofos são reconhecidos por habitarem com tamanha familiaridade campos tão distintos do pensamento quanto Alfred North Whitehead.
O autor britânico é afamado tanto por suas contribuições à filosofia da lógica e da matemática, quanto por suas reconsiderações sobre o conceito de natureza, sobre as profundezas de um pensamento cosmológico e pela reformulação sobre a realidade por meio de uma filosofia do processo. Suas influências vão ainda mais longe, elogiado por filósofos analíticos e por autores renomados como Bruno Latour, Gilles Deleuze e Isabelle Stengers.

O estilo fluido, agradável e estilisticamente leve, herdado da tradição ensaística da filosofia anglo-saxã, que encontra em David Hume
um de seus faróis, está presente também na última publicação deixada por Whitehead, esse Modos de pensamento, um livro que reúne conferências proferidas em seus últimos anos de vida, mas todas tendo um tópico em comum: a reavaliação filosófica da relação entre
o pensamento e a realidade.

Abordando diversos dos conceitos que vinha desenvolvendo em sua filosofia tardia, especialmente após Processo e realidade, nesse Modos de pensamento Whitehead introduz seus leitores em uma abordagem especulativa que dispõe o conhecimento do mundo e da realidade como uma atividade criativa que tenta dar conta de um processo fluido e constante. Escapando de dualismos clássicos, o filósofo reconduz o pensamento para uma contínua elucubração sobre a sua meta, identificando aí toda a força da vida que pulsa no conhecimento precisamente quando este é forçado a saber sobre os seus limites. Em seu último livro, Whitehead reacende a pergunta filosófica lá onde ela parece ter nascido, no espanto.