“Quantos segundos, quantos segundos até o chão?” O telefone toca e Dalton com a notícia de que um vizinho se atirou do quarto andar. Na sala, seu pai comenta o fato afundado na poltrona, os olhos fixos na tv. A mãe passou o dia dormindo, embalada por remédios.
Neste romance de estreia, Bolívar Torres acompanha um jovem mergulhado numa rotina de emoções fugazes, diálogos rasos e encontros fortuitos. Seu isolamento é o de uma geração que resvala entre uma busca impossível por sentido e a incapacidade de encarar os próprios medos, afetos e decisões. A narrativa ágil e seca desnorteia o leitor, em uma obra impactante na qual ressoam a angústia e o silêncio.


Cadernos de alguma poesia
Pedaço de mim
O assassinato da rosa
Adeus conto de fadas
A cidade inexistente
Grito em praça vazia
Caligrafias
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
O menor amor do mundo
Estou viva
Tradução, arquivos, políticas
Da capo al fine
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
Estrada do Excelsior
Novo tempo
Algum Lugar
Poemas para morder a parede
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O tempo amansa / a gente
Teoria do fim da arte
A bordo do Clementina e depois
O mar que restou nos olhos
O som dos anéis de Saturno
No limite da palavra
O morse desse corpo
Rita 

