“Quantos segundos, quantos segundos até o chão?” O telefone toca e Dalton com a notícia de que um vizinho se atirou do quarto andar. Na sala, seu pai comenta o fato afundado na poltrona, os olhos fixos na tv. A mãe passou o dia dormindo, embalada por remédios.
Neste romance de estreia, Bolívar Torres acompanha um jovem mergulhado numa rotina de emoções fugazes, diálogos rasos e encontros fortuitos. Seu isolamento é o de uma geração que resvala entre uma busca impossível por sentido e a incapacidade de encarar os próprios medos, afetos e decisões. A narrativa ágil e seca desnorteia o leitor, em uma obra impactante na qual ressoam a angústia e o silêncio.


Pedaço de mim
A estética funk carioca
Uma escola de luta
A invenção do amor
O fim do Brasil
Motus perpetuo
Antologia poética
Ensaios de escola
Vera Ballroom
A gaia ciência de James Joyce
O mar que restou nos olhos
Filosofia e arte
Diálogos possíveis
Tradução, arquivos, políticas
Ficção e travessias
Cadernos de alguma poesia
Machado de Assis
Max Martins em colóquio
Estrada do Excelsior
Ciclopes e medusas
No limite da palavra
Grito em praça vazia
Espaço, corpo e tempo
Travessias da literatura na escola
Viagem de Lorelei na Terra da Poesia
Sophia: singular plural
Além do visível
A casa invisível 

