Este livro nasceu da idéia principal de que quando escrevemos música nunca estamos sozinho, de que uma série muito grande de diálogos atravessam nossa escrita. As obras nascem, assim, junto a uma linha infindável e quase irreconstituível de contágio. Quando coisa que se mexa à volta pode mudar o percurso de uma criação mesmo a mais predefinida. È neste sentido que participam deste livro alguns dos principais compositores da música brasileira atual, aquela música que anda solta das amarras e da identidade nacional, para escreverem, cada um a seu modo, sobre seus processos e criações, sobre suas crenças e fabulações.


Como era fabuloso o meu francês!
1922
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Poesia reunida
O assassinato da rosa
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
O desconsolo da filosofia
A praça do mercado
Dos artefatos e das margens
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
Pulvis
Numa nada dada situação
O mar que restou nos olhos
Contos estranhos
Figurino funk
O fim do Brasil
Cárcere privado
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Do poema nasce o poeta
Tartamudo
Da Colônia à República
Cara de cavalo
Estrada do Excelsior
Política, governo e participação popular
Fraquezas humanas
Grito em praça vazia
Da capo al fine
Livro das sonoridades 

