Oitenta anos depois da criação do Ministério da Aeronáutica, O Brasil tem asas nos leva a uma viagem histórica fascinante por uma época em que um mundo em plena guerra encontra o Brasil sob o regime de Getúlio Vargas e seu projeto de modernização do país. A luta pelo reconhecimento de Santos Dumont como o Pai da Aviação, os embates políticos e estratégicos para a implementação de uma indústria aeronáutica no Brasil, e toda a teia de interesses e tensões – internas e externas, civis e militares – em torno do tema ajudam a compreender melhor a construção desse projeto. Este novo volume da coleção Brasil Republicano é leitura obrigatória para os pesquisadores da Era Vargas, e também para todos os leitores interessados em conhecer melhor a formação do Brasil moderno e de nossa sociedade atual.
“Por meio de pesquisa documental monumental e impecável e de narrativa fluida e envolvente, o livro de André Barbosa Fraga reconstrói o processo que resultou na criação da Aeronáutica, em 1941, sob a batuta de Getúlio Vargas, reunindo numa mesma pasta a aviação militar, destacando-se a Força Aérea Brasileira, e a civil.” [Denise Rollenberg]
“Trata-se de livro bem escrito, bem documentado, que nos faz mergulhar de forma inédita em um Brasil profundo que sonhava em voar para o caminho da modernidade. Uma modernidade que permanece incompleta.” [Maria Celina D’Araujo]
“A criação de um ministério da Aeronáutica, com a entrada do Brasil na guerra, envolveu muito planejamento e também uma grande campanha para construir uma nova “mentalidade” que, defendendo seu herói dos ares, ajudasse o país a construir aviões, formar pilotos e mobilizar os jovens e os nem tão jovens, no presente e futuro. Afinal, ‘o Brasil tem asas’.” [Angela de Castro Gomes]


Culturas e imaginários
Poesia reunida
O som dos anéis de Saturno
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Terapia de regressão
A duas mãos
Do lado do tempo
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Rita
O menor amor do mundo
Tramas epistêmicas e ambientais
Anatomia de uma perda
O assassinato da rosa
Até segunda ordem não me risque nada
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
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Ficção e travessias
Ave, Rosa!
Nas frestas das fendas
Nenhum nome onde morar
Grito em praça vazia
Cinzas do século XX
A paixão mortal de Paulo
Dos artefatos e das margens 

