O novo livro de Nina Zur soa como um grito. Do filho pequeno, das vítimas ou dos sobreviventes de um tempo de transformações e perdas, ou simplesmente o grito silencioso da poeta que traduz em verso seu tempo e seu mundo (“tempo demais / histórias demais”), as dores do corpo e da vida que todos levamos, como o fantasma de um antepassado pesando nas costas.
Para Marcelo Reis de Mello, “o que me parece mais precioso, neste livro, é a estética de esboço, garatuja de caderno dez matérias, uma escrita insistentemente “amadora”, que, por isso mesmo, muitas vezes consegue desancorar uma escrita juvenil sem diluir o texto em pura ingenuidade adolescente. o que há, sim, inegavelmente […], é uma pulsão não domesticada, xucra diante das fórmulas intelectuais: ‘suprassumo da poesia: a juvenilidade, em qualquer idade. nada mais velhaco que um poema bem pensado’.”


IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
Natureza humana 2
Quase música
O ateliê voador e Vocês que habitam o tempo
Nenhum nome onde morar
O vento gira em torno de si
A gymnastica no tempo do Império
A duas mãos
Heptacular
Luz sobre o caos
Sinais Trocados
Ficção e travessias
78
O mar que restou nos olhos
Educação do corpo e escolarização de atletas
Vera Ballroom
Escritos à Margem A Presença de Autores de Periferia na Cena Literária Brasileira
O futuro da infância e outros escritos
Vento, vigília 

