Os poemas de Angélica Torres Lima são inconfundíveis. Em O nome nômade, os versos percorrem o mundo e testemunham múltiplos contrastes. Segundo Alberto Bresciani: “Este é o livro de quem tem a ‘poesia a tiracolo’. Não porque dela faça pouco caso, mas porque a sente presente a cada instante, em toda a ‘sua desútil solidão.’”


O tempo amansa / a gente
Histórias do bom Deus
A tradição viva em cena
IV Encontro Luso-Brasileiro de Museus Casas
A ordem interior do mundo
Notas. atos. gestos
Como era fabuloso o meu francês!
O assassinato da rosa
Dois campos em (des)enlaces
Nenhum nome onde morar
Governo Vargas: um projeto de nação
Da capo al fine
Governo Vargas: questões regionais e relações interamericanas
Um vermelho não é um vermelho
Primo Levi e a poesia
Numa nada dada situação
Além do habitus
O que faço é música
Regra e exceção
Está à venda o jardim das cerejeiras
Narrativas e história
Muito além dos salões
Cenários construtivistas: temas e problemas
Cárcere privado
Antologia poética 

