Em Onde, Lucas Guimaraens tece uma rede poética entremeada por referências pop e eruditas, aliando um pleno domínio da linguagem ao dom de criar imagens altamente metafóricas. Pixels e megabytes pontuam as linhas deste livro de estreia, em poemas que fluem com lirismo e força imagética. Os versos de Lucas revelam uma filiação poética eclética, que bebe na fonte de Ginsberg, Whitman, Lorca e Cecília Meireles, além de Alphonso de Guimaraens, o poeta simbolista – seu bisavô.


A duas mãos
Tragédia esportiva
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
Corvos contra a noite
Poemas para morder a parede
Nenhum nome onde morar 

