Imagens e emoções violentas compõem Poemas do front civil. Oscilando entre potência e impotência, Ariosto Teixeira uma agressividade desconcertante, um lirismo às avessas, que provoca ao expressar a consciência do sujeito contemporâneo que sobrevive na intimidação.


O fim do Brasil
Raízes partidas
Abismos ordinários
A outra história
O mar que restou nos olhos
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
A queda
O menor amor do mundo
Estrada do Excelsior
Pedaço de mim
Vento, vigília 

