Nesta bela homenagem ao centenário de Manoel de Barros, nove estudiosos do autor mato-grossense analisam e relembram o melhor de sua obra poética ímpar e atemporal. Estilo, léxico, temáticas principais: são muitos os ângulos explorados neste mundo criado pela linguagem barreana. Confirmando a potência do autor, Paulo Vasconcelos observa que “Manoel tinha um poder de atravessar o erudito e o popular, ir de Heidegger e emendar com as formas dos Bugres. O poeta aponta o logos frágil do homem e assim sua salvação é a criação, como interconexão com o existir, sem comer apenas o utilitário cariado pelo consumo”, o que torna esta obra indispensável para os leitores que quiserem conhecer Manoel de Barros mais a fundo.
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Uma homenagem ao centenário de Manoel de Barros
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Trama
Corvos contra a noite
O mar que restou nos olhos
Parados e peripatéticos
Numa nada dada situação
A tulipa azul do sonho
Tartamudo
Mulheres de moto pelo mundo
Carona é uma coisa muito íntima
Ciclopes e medusas
O que pode dar certo
A filosofia natural e experimental na Inglaterra do século XVIII
Olha, os agapantos estão voltando!
Diálogos possíveis
Caminhos do hispanismo
Max Martins em colóquio
Campos de Carvalho contra a Lógica
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Ave, Rosa! 

