A poesia de Claudio Costa Neto é direta, verdadeira e ao mesmo tempo, cheia de nuances formais. Ela nos conquista logo nas primeiras páginas, com seus aforismos, haicais e poemas curtos em tamanho mas plenos de significado. Nessas Poetices, o autor funde humor e lirismo num mosaico colorido, em que a poesia reflete tanto o infinito das coisas, o passar das estações do ano, até a tuberculose, a miséria e os prazeres do corpo e da alma.


O mar que restou nos olhos
Cadernos de alguma poesia
Corpo em combate, cenas de uma vida
O menor amor do mundo
Machado de Assis
Poemas para morder a parede
O jardim dos anjos
Numa nada dada situação
Estrada do Excelsior
Nenhum nome onde morar 

