A poesia de Claudio Costa Neto é direta, verdadeira e ao mesmo tempo, cheia de nuances formais. Ela nos conquista logo nas primeiras páginas, com seus aforismos, haicais e poemas curtos em tamanho mas plenos de significado. Nessas Poetices, o autor funde humor e lirismo num mosaico colorido, em que a poesia reflete tanto o infinito das coisas, o passar das estações do ano, até a tuberculose, a miséria e os prazeres do corpo e da alma.


O menor amor do mundo
Leitura e formação do leitor
O movimento queremista e a democratização de 1945
Contos estranhos
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Espaço, corpo e tempo
O morse desse corpo
A memória é uma boneca russa
Pulvis
Corvos contra a noite
Cadernos de alguma poesia 

