Em ´Prafóra´, Alexandre Pilati dá continuidade ao seu projeto, iniciado em seu primeiro livro, ´sqs 120m2 com dce´, de produzir uma poesia capaz de enxergar os dilemas da vida e da arte no mundo da mercadoria. Dotados de musicalidade e ritmo singulares, de engenhosas construções e de astuciosos jogos de palavras, seus versos exprimem o espanto e as contradições do indivíduo em um mundo tecnológico e sem utopia.


Nenhum nome onde morar
Cadernos de alguma poesia
Grito em praça vazia
A paixão mortal de Paulo
Danação
Corvos contra a noite
Murmúrios
Pulvis
O mar que restou nos olhos
Ciclopes e medusas
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Reversor
Vento, vigília
Mulheres de moto pelo mundo
Como impressionar sem fazer esforço
Campos de Carvalho contra a Lógica
Culturas e imaginários
O mais sutil é a queda 

