Os contos de Sandra Niskier Flanzer transitam numa fronteira tênue entre poesia e crônica, revelando uma escritora de estilo próprio e único. Nas palavras do crítico e poeta Antonio Carlos Secchin: Imagens desconcertantes, domínio rítmico da frase, intensa exploração dos jogos fônicos, tudo isso compõe o sofisticado arsenal de linguagem que Sandra põe em marcha, convocando os leitores para uma aventura cujos detalhes nos conduzem a um consistente e saboroso banquete de signos.


Seu jeito de soltar fumaça
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Não conte para as formigas
Fraquezas humanas
Corpo em combate, cenas de uma vida
Quase música 

