Retrato-paisagem

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[Livro em pré-venda – envio a partir de 22 de setembro]

Em Retrato-paisagem, livro de estreia de João Pedro Schwenck, a cidade se transforma em uma cartografia de afetos, desejos, encontros e desencontros. Entre ônibus, cinemas, museus, bares, shoppings, apartamentos e ruas do Rio de Janeiro, de São Paulo e de outras paisagens, o poeta registra uma experiência contemporânea atravessada pela memória, pelo amor, pela solidão e pela busca de pertencimento.

Cinema, artes visuais, cultura pop e psicanálise convivem nos poemas com cenas do cotidiano e referências que vão de Agnès Varda e Jean Cocteau a Andy Warhol, Zé Celso e Carmen Miranda. Como sugere o título, o olhar alterna constantemente entre o íntimo e o exterior: cada poema é ao mesmo tempo retrato de uma experiência e paisagem de um mundo em movimento.

Com versos marcados pelo ritmo, pela associação livre e por imagens inesperadas, João Pedro Schwenck constrói uma poesia inquieta, urbana e profundamente ligada ao presente. Retrato-paisagem acompanha uma voz que procura fixar aquilo que, por natureza, escapa: os lugares por onde passamos, as pessoas que encontramos, as imagens que nos formam e as diferentes versões de nós mesmos que deixamos pelo caminho.

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Em estoque

ISBN: 9788542108989
Sinopse

[Livro em pré-venda – envio a partir de 22 de setembro]

Em Retrato-paisagem, livro de estreia de João Pedro Schwenck, a cidade se transforma em uma cartografia de afetos, desejos, encontros e desencontros. Entre ônibus, cinemas, museus, bares, shoppings, apartamentos e ruas do Rio de Janeiro, de São Paulo e de outras paisagens, o poeta registra uma experiência contemporânea atravessada pela memória, pelo amor, pela solidão e pela busca de pertencimento.

Cinema, artes visuais, cultura pop e psicanálise convivem nos poemas com cenas do cotidiano e referências que vão de Agnès Varda e Jean Cocteau a Andy Warhol, Zé Celso e Carmen Miranda. Como sugere o título, o olhar alterna constantemente entre o íntimo e o exterior: cada poema é ao mesmo tempo retrato de uma experiência e paisagem de um mundo em movimento.

Com versos marcados pelo ritmo, pela associação livre e por imagens inesperadas, João Pedro Schwenck constrói uma poesia inquieta, urbana e profundamente ligada ao presente. Retrato-paisagem acompanha uma voz que procura fixar aquilo que, por natureza, escapa: os lugares por onde passamos, as pessoas que encontramos, as imagens que nos formam e as diferentes versões de nós mesmos que deixamos pelo caminho.