O olhar do poeta contrapõe a experiência de um Rio antigo, idílico, que sobrou de uma infância tecida na memória, ao caos urbano que tomou conta da cidade maravilhosa neste século XXI.
Num único longo poema, dividido em oito partes interdependentes, Luiz Roberto Nascimento Silva apresenta uma crônica atualíssima desta cidade de tantos lados, que talvez só possa mesmo ser retratada pelo viés da arte, com toda a amplidão de sentidos que vão além das palavras.


Estão matando os humoristas
Numa nada dada situação
Rui Barbosa: cronologia da vida e da obra
Temas da sociologia contemporânea
Estrada do Excelsior
Balaio
Quase música
O assassinato da rosa
Vento, vigília
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Poemas para morder a parede
Cadernos de alguma poesia 

