O olhar do poeta contrapõe a experiência de um Rio antigo, idílico, que sobrou de uma infância tecida na memória, ao caos urbano que tomou conta da cidade maravilhosa neste século XXI.
Num único longo poema, dividido em oito partes interdependentes, Luiz Roberto Nascimento Silva apresenta uma crônica atualíssima desta cidade de tantos lados, que talvez só possa mesmo ser retratada pelo viés da arte, com toda a amplidão de sentidos que vão além das palavras.


A memória é uma boneca russa
Três faltas e você será foracluído [...]
Raízes partidas
Campo de pouso
Pedaço de mim
O tempo amansa / a gente
Vento, vigília
Delírios metapoéticos neodadaístas
Cadernos de alguma poesia
Era preciso um caminho
O menor amor do mundo
"Últimas conversas" visto por
A gaia ciência de James Joyce
A herdeira [Washington Square]
A estética funk carioca
Cárcere privado
Livro de orações para o ateu moderno
Corpos em projeção
Nas frestas das fendas
A construção social do "ex-bandido"
Muito além da adaptação
"Volta Redonda, memorial da greve" visto por
Eu, Jeremias
Furta-cores
Numa nada dada situação
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Estrada do Excelsior
A paixão mortal de Paulo
A casa invisível 

