Da fruta madura vêm muitos sabores: da infância remota, de paisagens exóticas, de silêncios que dizem muito. A poesia enxuta e concisa de Ana Agra nos leva longe – no tempo e no espaço –, acolhe os milagres do acaso, expõe medos e saudades e abre portas para novas percepções. Que seja romã esta fruta, em anagrama, já muito se diz dos ingredientes de que é feito este belo livro.14


O chamado da vida
ONGs
Nenhum nome onde morar
O vento gira em torno de si
O tempo amansa / a gente
A era do sono
Ninguém bebe minério
A tradição viva em cena
Sophia: singular plural
O ateliê voador e Vocês que habitam o tempo
Cadernos de alguma poesia 

