Da fruta madura vêm muitos sabores: da infância remota, de paisagens exóticas, de silêncios que dizem muito. A poesia enxuta e concisa de Ana Agra nos leva longe – no tempo e no espaço –, acolhe os milagres do acaso, expõe medos e saudades e abre portas para novas percepções. Que seja romã esta fruta, em anagrama, já muito se diz dos ingredientes de que é feito este belo livro.14


O andarilho de Malabo
Poemas para morder a parede
Placenta: estudos
História, memória, instituições
O fim do Brasil
O assassinato da rosa
Cadernos de alguma poesia
Pulvis
Bravos companheiros
Memórias da liberdade
Ossário
Numa nada dada situação
Nenhum nome onde morar
A praça do mercado
Vento, vigília
O Brasil tem asas
A duas mãos
A herdeira [Washington Square]
Memória e resistência
Antologia poética
O menor amor do mundo 

