Da fruta madura vêm muitos sabores: da infância remota, de paisagens exóticas, de silêncios que dizem muito. A poesia enxuta e concisa de Ana Agra nos leva longe – no tempo e no espaço –, acolhe os milagres do acaso, expõe medos e saudades e abre portas para novas percepções. Que seja romã esta fruta, em anagrama, já muito se diz dos ingredientes de que é feito este belo livro.14


Fraquezas humanas
O tempo amansa / a gente
Nas frestas das fendas
Diálogos possíveis
Beco da vida
1922
O fim do Brasil
O pudim de Albertina
Jogo de varetas [livros de guerra, 2]
Poemas para morder a parede 

