Três jovens autores aqui se juntaram para escrever e apresentar um novo gênero a dar os primeiros passos no Brasil, o microconto, com visões de alguns temas que fazem parte, para o bem e para o mal, do quotidiano da juventude e, através deles, de toda a sociedade atual. As palavras por vezes são cruas, as situações são aqui e ali chocantes e sarcásticas, ou mesmos ridículas, o teatro da vida cruel. Mas é sobre esta realidade, talvez socialmente incorreta, que Thiago, Fábio e Ana Paula quiseram escrever, numa denúncia da sociedade em que vivem ao menos em fotografias a preto e branco, luz e sombra, vida e morte, lucidez e alienação. Porque essa é a verdade a que temos direito. Uma verdade completa e sem sofismas, rostos em máscaras de teatro grego. E ousaram mostrá-las, sem falsos pudores. Deram um pontapé na vida e avançam com o gênero que traduz, talvez, uma nova forma de sentir a linguagem: a economia das palavras, a sua essencialidade, o sincretismo de uma estória que é, sempre, o de uma vida.


Pedaço de mim
A estética funk carioca
Uma escola de luta
A invenção do amor
O fim do Brasil
Motus perpetuo
Antologia poética
Ensaios de escola
Vera Ballroom
A gaia ciência de James Joyce
O mar que restou nos olhos
Filosofia e arte
Diálogos possíveis
Tradução, arquivos, políticas
Ficção e travessias
Cadernos de alguma poesia
Machado de Assis
Max Martins em colóquio
Estrada do Excelsior
Ciclopes e medusas
No limite da palavra
Grito em praça vazia
Espaço, corpo e tempo
Travessias da literatura na escola
Viagem de Lorelei na Terra da Poesia
Sophia: singular plural
Além do visível
O mais sutil é a queda 

