Após mais um dia de trabalho, ele faz o trajeto para casa ansioso por reencontrá-la, estar ao seu lado. Ela já o espera, parte absorta, parte distraída pelos pingos na janela. Frente a frente, os dois iniciam um jogo de sombra e luz, equilibrando o dito e o não dito, tentando compreender as intenções um do outro. Alternando entre uma corrente de pensamentos ora dele, ora dela, Sombreir é um mergulho profundo na subjetividade de cada um dos personagens e na intimidade do casal.


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O fim do Brasil
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Trégua
A clínica contemporânea e o abismo do sentido
Nenhum nome onde morar
Rita 

