Após mais um dia de trabalho, ele faz o trajeto para casa ansioso por reencontrá-la, estar ao seu lado. Ela já o espera, parte absorta, parte distraída pelos pingos na janela. Frente a frente, os dois iniciam um jogo de sombra e luz, equilibrando o dito e o não dito, tentando compreender as intenções um do outro. Alternando entre uma corrente de pensamentos ora dele, ora dela, Sombreir é um mergulho profundo na subjetividade de cada um dos personagens e na intimidade do casal.


O mar que restou nos olhos
A casa invisível
As linguagens do futebol em Moçambique
Antologia poética
Para onde vou (vou sozinha)
Grito em praça vazia
As amarras
O morse desse corpo
Poesia pode ser que seja fazer outro mundo
Numa nada dada situação
O assassinato da rosa
O fim do Brasil
Escritos à Margem A Presença de Autores de Periferia na Cena Literária Brasileira
Cara de cavalo
Inclusive, aliás
Da capo al fine
Cárcere privado 

