A experiência do tempo – que se modificou radicalmente na modernidade – e as questões que a sua alteração coloca à subjetividade do homem é o mote de Tempo e subjetividades: perspectivas plurais. Organizado por professores da UERJ e da UFC a partir dos textos apresentados no simpósio homônimo, e reunindo textos de pesquisadores ligados aos campos da psicologia, filosofia e literatura, a obra se debruça sobre o papel essencial da temporalidade na construção das subjetividades contemporâneas.
Considerando o tempo como uma noção crucial que rege toda a nossa vida, os artigos aqui reunidos exploram diversas perspectivas e saberes sobre a relação das temporalidades contemporâneas com o sujeito e o mundo social, fomentando assim a discussão interdisciplinar e crítica sobre a questão. Ao longo das páginas, o leitor se depara com novos ângulos e formas de se pensar e investigar o impacto da temporalidade no sujeito contemporâneo. O tempo como elemento de análise das transformações sociais; o caráter temporal da intersubjetividade afetiva; esquecimento, subjetividade e memória coletiva são alguns dos temas discutidos. Trabalho, lazer e consumo nas temporalidades atuais; subjetividade, tempo e literatura em Faulkner, Woolf e Camus e a exigência ética da temporalidade são questões abordadas.
As inquietações sobre o envelhecimento e a percepção do tempo na hipermodernidade; os modelos de luto nos nossos dias; a jornada de trabalho e a percepção do tempo também são explorados, numa obra que se destaca pelo tema instigante e pela clareza e fluidez do seu conteúdo.


O baixo contínuo no Brasil 1751-1851
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Pelos poros
Grito em praça vazia
Nas frestas das fendas
Cinzas do século XX
Histórias do bom Deus
Estrada do Excelsior
Um francês nos trópicos
Filosofia da Stoa 

