Partindo de uma realidade muitas vezes abjeta e às vezes sem saída, os contos de Cida Sepulveda fazem jus ao título: Todo amor tem seu dia de punhal. Mas por trás de uma matéria bruta que trata de estupro e morte, de crueldade e crime, o trato enxuto e conciso do texto revela uma mão exímia de poeta, a nos conduzir com habilidade por cada história, em cada desfecho, numa prosa de sabor único e original.


O mar que restou nos olhos
Motus perpetuo
Esportes nos confins da civilização
Interculturalizar, descolonizar, democratizar
Caderno de viagem
O morse desse corpo
Vento, vigília
As linguagens do futebol em Moçambique
Numa nada dada situação
Pesquisa sobre política, currículo e cotidiano escolar
Durante
Nas frestas das fendas
Parados e peripatéticos
Quando estava indo embora
Além do visível
Pedaço de mim
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Poética da profanação
Nenhum nome onde morar
Temas da sociologia contemporânea
A casa invisível
Tartamudo
O médico e o barqueiro e outros contos
A Criação Original
Estrada do Excelsior 
