Partindo de uma realidade muitas vezes abjeta e às vezes sem saída, os contos de Cida Sepulveda fazem jus ao título: Todo amor tem seu dia de punhal. Mas por trás de uma matéria bruta que trata de estupro e morte, de crueldade e crime, o trato enxuto e conciso do texto revela uma mão exímia de poeta, a nos conduzir com habilidade por cada história, em cada desfecho, numa prosa de sabor único e original.


A casa invisível
O morse desse corpo
Estrada do Excelsior
Hermenêutica da existência em Cervantes e Dostoiévski
O futuro da infância e outros escritos
Corpo em combate, cenas de uma vida
A queda
A bordo do Clementina e depois
Nas frestas das fendas
Sobrevoo
O mar que restou nos olhos
Estou viva
Numa nada dada situação 
