“O corpo da cidade e o corpo da palavra coincidem nos veios poéticos destas páginas. Flora desenhou aqui não poucos extratos do seu mapa-múndi. Geografia de uma cidade incerta e porosa. Meio tom acima do Rio. (…) Poesia onde a esperança mede forças com o imponderável, longe da brevidade de uma trégua.”


Corvos contra a noite
Pedaço de mim
Fausto tropical
Cadernos de alguma poesia
Nenhum nome onde morar
O tempo amansa / a gente
Nas frestas das fendas
O morse desse corpo
A memória é uma boneca russa
O desejo de esquecer 

