“O corpo da cidade e o corpo da palavra coincidem nos veios poéticos destas páginas. Flora desenhou aqui não poucos extratos do seu mapa-múndi. Geografia de uma cidade incerta e porosa. Meio tom acima do Rio. (…) Poesia onde a esperança mede forças com o imponderável, longe da brevidade de uma trégua.”


A duas mãos
Tragédia esportiva
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
Corvos contra a noite
Poemas para morder a parede 

