Em tom confessional, Luanna Belmont explora simultaneamente suas inquietações e sensualidade. A sensibilidade de seus versos pulsa por todas as páginas deste livro também metapoético. Munida de um talento raro, Luanna observa a si mesma e sustenta esse olhar com franqueza e autenticidade.


O chamado da vida
ONGs
Nenhum nome onde morar
O vento gira em torno de si
O tempo amansa / a gente
A era do sono
Ninguém bebe minério
A tradição viva em cena
Sophia: singular plural
O ateliê voador e Vocês que habitam o tempo
Cadernos de alguma poesia 

