Com uma belíssima construção rítmica, calculadas repetições frasais e constante flutuação interna de ponto de vista, o monólogo “Uma família em Bruxelas” parece praticamente convidar a uma vocalização. E de fato foi apresentado muitas vezes pela própria autora, a cineasta Chantal Akerman. Pela primeira vez, a escritora belga é publicada no Brasil com tradução de Flora Süssekind e de Ivone Margulies.


Os cinco bandidos
A rosa das línguas
Marginal
Evidente é o arrepio
Sobre as árvores solitárias e os gritos que ecoam nas erosões
Ternura da Água
Olhos de morcego
O primeiro dia da segunda morte
Diálogos
Latitudes
As encruzilhadas da sexualidade
Retalhos
A sombra e o nome 

