“A palavra já foi valise, chave,
hoje parece uma drágea
de estricnina.
Confeito de amêndoas,
comprimido amassado,
na papila na glote
tem ardor de pastilha.
Uma coisa que alivia
que limpa o pigarro,
que ora se apaga,
ora se aviva.
Ilude como a névoa do cigarro,
e mata apesar do hálito
de placebo.”


História, memória, instituições
1922
Dos artefatos e das margens
Temas da sociologia contemporânea
Crítica de poesia
Ninguém bebe minério
Combatentes da paz
Lições do Tempo
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Da Colônia à República
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Hermenêutica da existência em Cervantes e Dostoiévski
Psicanálise entre línguas
Antologia poética 

