O cotidiano veloz da cidade passa como um caleidoscópio: cartazes, ruídos, multidões, trânsito, greves e roubos se confundem e se embaralham. Na linguagem de Rafael Gutiérrez, as entrelinhas pulsam, deixando expostas as sensações e referências que nos atravessam. Apesar do caos, o autor é capaz de construir um apocalipse inerte, que passa despercebido pelo horário comercial do mundo. Gutiérrez captura com sensibilidade e maestria este movimento pendular entre ferocidade e vulnerabilidade em nosso dia a dia.


Como era fabuloso o meu francês!
1922
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Poesia reunida
O assassinato da rosa
Uma história para o futuro
O menor amor do mundo
A casa invisível
A construção social do "ex-bandido"
A gaia ciência de James Joyce
Numa nada dada situação
Vida poesia tradução
Do poema nasce o poeta
A paixão mortal de Paulo
Poemas para morder a parede 

