A poesia de Heyk Pimenta é feita de paisagens urbanas, ao mesmo tempo velozes e em trânsito: mas dentro e por trás do ferro e do concreto, em cada construção, o que se desenrola diante dos olhos do leitor é na verdade uma paisagem íntima, secreta, nômade e sensível, feita das emoções mais sutis – perfeita tradução poética de nossa contemporaneidade intensa e volátil.


Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Vera Ballroom
Combatentes da paz
Territórios ao Sul
Governo Vargas: um projeto de nação
Da Colônia à República
Cadernos de alguma poesia
Corpo em combate, cenas de uma vida
Estrada do Excelsior 

