Nos versos de seu quarto livro, Pollyanna Furtado escreve “as inquietudes e incompletudes de um eu lírico questionador de sua posição de estar-no-mundo”, como descreve Tenório Telles. Esses conflitos são força motriz para a expressão de sua poesia e desaguam na amplidão de sua identidade, como vemos em seus versos ao mesmo tempo vulneráveis e destemidos.


Numa nada dada situação
Antologia poética
Estrada do Excelsior
Nas frestas das fendas
Interculturalizar, descolonizar, democratizar
Índio não fala só tupi - Primeira reimpressão
Balaio
Pulvis 
