Nos versos de seu quarto livro, Pollyanna Furtado escreve “as inquietudes e incompletudes de um eu lírico questionador de sua posição de estar-no-mundo”, como descreve Tenório Telles. Esses conflitos são força motriz para a expressão de sua poesia e desaguam na amplidão de sua identidade, como vemos em seus versos ao mesmo tempo vulneráveis e destemidos.


Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Pulvis
O mar que restou nos olhos
Ave, Rosa!
Pedaço de mim
Cinzas do século XX
Estética em perspectiva
Interculturalizar, descolonizar, democratizar
Estrada do Excelsior 
