Confesso que lati não é uma autobiografia qualquer. Narra as curiosas aventuras da Pipoca, uma vira-lata. É um livro sobre a amizade entre dois seres humanos e uma cadela, contada pela própria. Quem gosta de bichos, em especial os cães, e já vivenciou esse tipo de relação, sabe o que é isso, uma comunicação misteriosa e real que acontece de forma muito única com cada bichinho. Pipoca conheceu Veronica por acaso. Foi amor à primeira vista, ou melhor, amor para sempre. Naquele dia, a cachorrinha iniciou sua travessia cheia de experiências malucas e legais. Na ilhota onde foi morar, cercada por um mar verde-esmeralda, descobriu as alegrias da vida caiçara, saltou de pedra em pedra, cavou buracos na areia, fez amigos, até o dia em que topou com uma cobra assustadora. Pipoca então conheceu a cidade grande, o Rio de Janeiro. Frequentou a pracinha do bairro, se assustou com o barulho dos carros, teve cinco filhos e ganhou um amigo bebê. Cem por cento vira-lata, marota e travessa, Pipoca teve uma vida cheia de aventuras mirabolantes. Em Confesso que lati, ela nos leva para dentro de um mundo particular em que a comunicação entre pessoas e cães acontece sem palavras numa profundidade fascinante.
Luiza Leite
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Ficção e travessias
Estética em perspectiva
Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
A queda
Mulheres de moto pelo mundo
Ensaios inspirados em ficção científica
O animal do tempo / A inquietude
Nenhum nome onde morar
Cinzas do século XX
O melhor time do mundo – 6a edição 
