Nos instigantes microcontos de Marcelo Pagliosa, muito do que é dito está além das palavras, nas entrelinhas exploradas habilmente pelo autor. Como assinalado por Marcelino Freire, o leitor “vira cúmplice”, “parceiro autoral” da obra; quanto a esse estilo, completa: “o melhor dos contos curtos é o fim. Porque é aí que os contos começam. […] O que falta a gente inventa”.


O chamado da vida
ONGs
Nenhum nome onde morar
O vento gira em torno de si
O tempo amansa / a gente
A era do sono
Ninguém bebe minério
Expedientes verbais, procedimentos
Formação de professores e experiência docente
Grande hospital
Tempo-música, música-tempo
A estética funk carioca
Livro das sonoridades
Pedaço de mim
Carnaval, ritual e arte
Dois campos em (des)enlaces
Danação
Dias de muito, semana de nada
JLG
Apesar das coisas ásperas
Eva Péron, Loretta Strong, A geladeira
Espiral: contos e vertigens 

