Nos instigantes microcontos de Marcelo Pagliosa, muito do que é dito está além das palavras, nas entrelinhas exploradas habilmente pelo autor. Como assinalado por Marcelino Freire, o leitor “vira cúmplice”, “parceiro autoral” da obra; quanto a esse estilo, completa: “o melhor dos contos curtos é o fim. Porque é aí que os contos começam. […] O que falta a gente inventa”.


Motus perpetuo
Poesia reunida
Antologia poética
Corpo em combate, cenas de uma vida
A herdeira [Washington Square]
As linguagens do futebol em Moçambique
Cárcere privado
O menor amor do mundo
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
História de vocês 

