Brincando com os limites da linguagem, partindo de uma experimentação literária composta de fragmentos, cartas, poemas e imagens, Tátia Rangel constrói uma obra absolutamente original, entrelaçando estórias e conceitos na busca desse corpo sem órgãos – que remete às ideias de Antonin Artaud e dialoga com Gilles Deleuze e Félix Guattari para elaborar, por meio de várias camadas narrativas, a cartografia de um pensamento que mapeia literariamente o devir e o desejo.


Numa nada dada situação
Nenhum nome onde morar
O autista e seus objetos
Trabalhos políticos
Cena, dramaturgia e arquitetura
Eva Péron, Loretta Strong, A geladeira
Jubileu cívico
O Cid (1636-1637)
O assassinato da rosa
Espaço, corpo e tempo
Tradução e psicanálise 

