Dizem que os melhores perfumes vêm em pequenos frascos. Quando a gente se depara com um livro tão breve e ao mesmo tempo tão certeiro e conciso como este Covil, o dito parece fazer todo sentido. Julia de Souza tem o cuidado de uma fina artesã, que sabe tecer com precisão e delicadeza uma escrita ao mesmo tempo simples e sedutora – combinando com maestria palavra e cenário, ritmo e sonoridade, trazendo a cada nova leitura o sabor do inesperado.


Poesia reunida
"Theodorico, o imperador do sertão" visto por
Vento, vigília
O assassinato da rosa
O morse desse corpo
Fraquezas humanas
Nas frestas das fendas
Nenhum nome onde morar
Pessoas em movimento
Como impressionar sem fazer esforço
História de vocês
Pedaço de mim
Chernoviz e outro romantismo
Terra onde frustação dá em árvore sonhar é crime 

