Dizem que os melhores perfumes vêm em pequenos frascos. Quando a gente se depara com um livro tão breve e ao mesmo tempo tão certeiro e conciso como este Covil, o dito parece fazer todo sentido. Julia de Souza tem o cuidado de uma fina artesã, que sabe tecer com precisão e delicadeza uma escrita ao mesmo tempo simples e sedutora – combinando com maestria palavra e cenário, ritmo e sonoridade, trazendo a cada nova leitura o sabor do inesperado.


A gymnastica no tempo do Império
O mais sutil é a queda
Corvos contra a noite
Sobre o programa da filosofia por vir
"O fio da memória" visto por
Capoeiragem
O movimento queremista e a democratização de 1945
Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
Analíticos ou continentais
Covil
Numa nada dada situação
A clínica do ato
Entre o mito, o sagrado e o poético
Lições do Tempo
Novos apontamentos em memória social
Pedaço de mim
Nas frestas das fendas 

