“À HIPOCONDRIA corresponderia aquele mergulho abissal numa terra de ninguém que se poderia chamar nosso corpo. No qual cabe uma miríade de aproximações, melhor do que interpretações, já que assim permite, com um além das sensações, mais de aqui e de agora. Sempre foi inútil reduzir a hipocondria a negociações clínicas sem conseqüências graves, porque seu prontuário nunca foi médico. Seu imaginário responde a outro território anterior, onde talvez a falha não seja a falta de completude, mas algo que rói a corda de qualquer discurso, esse idealismo nosso convencido como um fado.” (Fragmento de Um retrato-imaginário, 1954, de Piero della Riba)


Tecnologias e modos de ser no contemporâneo
Pulvis
O morse desse corpo
Antologia poética
Numa nada dada situação
Da capo al fine
O mar que restou nos olhos
Sobre o corpo
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
O afeto ou caderno sobre a mesa
Cinzas do século XX
Mozart em ritmo de samba
A cidade inexistente
Poemas para morder a parede
Diálogos possíveis
Tradução, arquivos, políticas
Raros e excêntricos literários
Cartas trocadas
Natureza humana 2
Pedaço de mim
Terapia de regressão 

