Da romântica Jena à urbe paulistana, Delírios metapoéticos neodadaístas é um livro que nos transporta para inusitadas paisagens geográficas – e emocionais. Numa delicada operação de justaposição de elementos, estes poemas carregam traços de diferentes línguas, linguagens, mundos, em versos de dicção essencialmente contemporânea. Percorrendo caminhos aparentemente desconexos, os versos de Marcio Aquiles exploram e costuram sintaxes inesperadas. Passeiam por labirintos semânticos, despencam de edifícios ilusórios, caem na imaterialidade narcótica. Buscam, incessantemente, o Leitmotiv.
Num enjambement arriscado e preciso, Marcio Aquiles associa referências de Buñuel, Cortázar, Derrida, passando pelo romantismo alemão do século XIX, numa ousada experimentação técnica e estilística. Sua escrita cerebral une intertextualidade, erudição e sensibilidade em versos que capturam, com precisão, os paradoxos do nosso tempo.


Sapatos de culpa
Numa nada dada situação
Cinema, literatura e filosofia
Uma só mão não basta para escrever
Partidos e alianças políticas na "Moscouzinho do Brasil"
Teoria do fim da arte
Etnobiografia
O mar que restou nos olhos
Desigualdades interdependentes e geopolítica do conhecimento
Filosofia e gênero
Nenhum nome onde morar
Filosofia e saúde
Celebrando a pátria amada
Do poema nasce o poeta
Pedaço de mim
O autista e seus objetos
Machado de Assis
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Natureza humana 2
Governo Vargas: um projeto de nação
A casa invisível
Cadernos de alguma poesia
No domínio de Suã
O vento gira em torno de si
Geografia aérea [livros de guerra, 3]
Hooliganismo e Copa de 2014
Pré-história
Reversor
Beco da vida
Cinzas do século XX
Fraquezas humanas
Crítica de poesia
Antologia poética
O morse desse corpo 
