A palavra poética, em todas as suas dimensões, é a matéria-prima de Gabriela Marcondes. A palavra plástica, sonora e logopaica. Em depois do vértice da noite, Gabriela mescla elementos tradicionais da arte poética, desenvolve experiências com as novas tecnologias eletrônicas e incorpora a visualidade das vanguardas na sua poesia. Com uma rigorosa construção formal, ironia e sensibilidade, estes poemas visuais e poemas-objeto surpreendem pelo alto impacto estético, e devem ser lidos – como diz Claudio Daniel – “com a inteligência e os sentidos em alerta”.


O Cid (1636-1637)
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Caminhos para conhecer Dona Flor no cinquentenário da narrativa de Jorge Amado
Maratona de Nova York
As copas do mundo no Brasil
A arte do teatro
Estou viva
Espiral: contos e vertigens
Ave, Rosa!
Tartamudo
Linhagens performáticas na literatura brasileira contemporânea
Estrada do Excelsior
O mar que restou nos olhos
Placenta: estudos
Comunicação e esporte
Se oriente
Poesia reunida
Dinossauro emancipado
Contos contidos
Fraquezas humanas
A desordem das inscrições
Entre Brasil e Portugal
A outra história
Camilo Castelo Branco e Machado de Assis em diálogo
Reversor
Supertrampo
O assassinato da rosa
Ciclopes e medusas
Da capo al fine
Mudanças e desafios sociológicos
Eva Péron, Loretta Strong, A geladeira
Teatro e sociedade
O vento gira em torno de si
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
Desigualdades interdependentes e geopolítica do conhecimento 

