Escrito em forma de diário, expondo os sentimentos que estão por trás de cada ato, de cada gesto, tentando decifrá-los apenas para si (para o leitor, cúmplice, neste caso), está é um daqueles livros que a gente não consegue largar. Como se pudéssemos olhar pelo buraco da fechadura, voyeurs involuntários, ou como se tivéssemos roubado algumas secretas páginas alheias para decifrar melhor o que se passa na intimidade de uma (ou outra) mulher, somos levados (ou trazidos) pela ficção de Vera Lins, em última instância, ao nosso próprio encontro.


Tradução e psicanálise
Orientes Possíveis
A sombra e o nome
Saúde mental e memória
Motus perpetuo
Estrada do Excelsior
Imprensa, história e literatura - Volume 1
Eu, Jeremias
As amarras
Mozart em ritmo de samba 

