Escrito em forma de diário, expondo os sentimentos que estão por trás de cada ato, de cada gesto, tentando decifrá-los apenas para si (para o leitor, cúmplice, neste caso), está é um daqueles livros que a gente não consegue largar. Como se pudéssemos olhar pelo buraco da fechadura, voyeurs involuntários, ou como se tivéssemos roubado algumas secretas páginas alheias para decifrar melhor o que se passa na intimidade de uma (ou outra) mulher, somos levados (ou trazidos) pela ficção de Vera Lins, em última instância, ao nosso próprio encontro.


O baixo contínuo no Brasil 1751-1851
Todo abismo é navegável a barquinhos de papel
Pelos poros
Grito em praça vazia
Nas frestas das fendas
Cinzas do século XX
Histórias do bom Deus
Estrada do Excelsior
Um francês nos trópicos
Pedaço de mim
As artes do entusiasmo
Motus perpetuo 

