Escrito em forma de diário, expondo os sentimentos que estão por trás de cada ato, de cada gesto, tentando decifrá-los apenas para si (para o leitor, cúmplice, neste caso), está é um daqueles livros que a gente não consegue largar. Como se pudéssemos olhar pelo buraco da fechadura, voyeurs involuntários, ou como se tivéssemos roubado algumas secretas páginas alheias para decifrar melhor o que se passa na intimidade de uma (ou outra) mulher, somos levados (ou trazidos) pela ficção de Vera Lins, em última instância, ao nosso próprio encontro.


Algum Lugar
Estão matando os humoristas
Translinguismo e poéticas do contemporâneo
O som dos anéis de Saturno
O vento gira em torno de si
Rita
Engano geográfico (dois poemas franceses)
A bordo do Clementina e depois 

