Freud escreveu O mal-estar na cultura num momento de grande ebulição política, ascensão do fascismo, recrudescimento do nacionalismo nazista, fortalecimento do comunismo etc. Em consequência disso, em 1929, se dedica a pensar a questão da agressividade, da destruição e do ódio na humanidade e seus efeitos na cultura. Aprofunda-se, assim, no estudo da estrutura psíquica do sujeito, suas pulsões e suas relações com a cultura, sobretudo a pulsão de morte. O Outro comparece na língua, na tradição, enfim, na cultura, e o indivíduo não se constitui sem ela. A publicação dessa série de artigos aqui presentes são frutos dos trabalhos realizados na Escola Letra Freudiana e exploram o texto de Freud, onde ele trata seriamente da religião, do problema do mal radical, e como ele se modifica pela ausência de Deus.


Poesia reunida
Grito em praça vazia
Sonatas: memórias do Marquês de Bradomín
Tramas epistêmicas e ambientais
Conhecimento escolar e ensino de sociologia
Estrada do Excelsior
Estão matando os humoristas
O vento gira em torno de si
Tribulações de um sonhador contumaz
Corvos contra a noite
O mar que restou nos olhos
História de vocês
Durante
Nenhum nome onde morar
As linguagens do futebol em Moçambique
Três faltas e você será foracluído [...]
O mais sutil é a queda
Algum Lugar
O fim do Brasil
Interculturalizar, descolonizar, democratizar
Poemas para morder a parede
Leitura e formação do leitor
Pessoas em movimento
Pulvis
Cartas trocadas
Psicanálise entre línguas 

