Escrever, diz o clichê, é um ato de coragem. Escrever sobre amor – e amando – é a coisa mais valente e insensata que uma poeta é capaz de fazer. Nesses poemas, Casanova nos permite espiar pelo buraco da fechadura e flagrar os primeiros passos de um amor. E o efeito disso é tão arrebatador não apenas porque a autora não cai em lugares-comuns, não apenas porque nos apresenta imagens deliciosas e amalucadas; Luiza Casanova nos arrebata porque deixa o mistério onde o mistério deve permanecer.
Carol Bensimon


O assassinato da rosa
No limite da palavra
O menor amor do mundo
A história dos seios (2a edição)
Espaço, corpo e tempo
A cidade inexistente
Poesia canadense contemporânea e multiculturalismo
A tulipa azul do sonho
Pedaço de mim
"Pervivências" do arcaico
A queda
Tartamudo
Inclusive, aliás
Mulheres de moto pelo mundo
O morse desse corpo 

