Escrever, diz o clichê, é um ato de coragem. Escrever sobre amor – e amando – é a coisa mais valente e insensata que uma poeta é capaz de fazer. Nesses poemas, Casanova nos permite espiar pelo buraco da fechadura e flagrar os primeiros passos de um amor. E o efeito disso é tão arrebatador não apenas porque a autora não cai em lugares-comuns, não apenas porque nos apresenta imagens deliciosas e amalucadas; Luiza Casanova nos arrebata porque deixa o mistério onde o mistério deve permanecer.
Carol Bensimon


Cadernos de alguma poesia
Pedaço de mim
O assassinato da rosa
Adeus conto de fadas
A cidade inexistente
Grito em praça vazia
Caligrafias
A educação do corpo nas escolas do Rio de Janeiro do século XIX
O menor amor do mundo 

