Escrever, diz o clichê, é um ato de coragem. Escrever sobre amor – e amando – é a coisa mais valente e insensata que uma poeta é capaz de fazer. Nesses poemas, Casanova nos permite espiar pelo buraco da fechadura e flagrar os primeiros passos de um amor. E o efeito disso é tão arrebatador não apenas porque a autora não cai em lugares-comuns, não apenas porque nos apresenta imagens deliciosas e amalucadas; Luiza Casanova nos arrebata porque deixa o mistério onde o mistério deve permanecer.
Carol Bensimon


Pulvis
Numa nada dada situação
Espiral: contos e vertigens
1922
Tartamudo
Burguesia e trabalho
Sobre o ódio
Até segunda ordem não me risque nada
Eu, Jeremias
O infinito não olha
Lições do Tempo
Crítica de poesia
Fotos ruins muito boas
Maratona de Nova York
Não responda hoje
Tinha uma coisa aqui
Parados e peripatéticos
O mar que restou nos olhos
História, memória, instituições
Combatentes da paz
O assassinato da rosa
Guardanapos 

